Aborto não é crime?

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Alkíndar de Oliveira
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Abracemos esta causa:
MOVIMENTO EM DEFESA DA VIDA – BRASIL SEM ABORTO
www.brasilsemaborto.com.br

Caro leitor, por muitas e muitas vezes você já leu ou ouviu expressões como as que seguem. São expressões do nosso cotidiano, como: 

a) "Com gelo e limão?";

b) "Um metro e vinte só de pernas";

c) "Cada ponto de conquista do mercado de cerveja representa cem milhões de reais em vendas ";

d)  "Herdeira da rede de hotéis Hilton";

e)  "Os políticos envolvidos negam a acusação",

f)  "Essa próxima novela das oito eu não vou assistir ",

g) "Mais um final de semana de tiroteio no Rio",

h) "Graças a Deus!" (quando o avião do qual somos passageiros pousa em terra firme);

 i)  "O D da DPZ";

 j)  "O P da DPZ";

 l)  "O Z da DPZ".  

m) "Nunca na história da política brasileira...." (de um presidente);

n) "Nunca na história da economia brasileira...." (do mesmo presidente);

o) "Nunca na história da educação brasileira..."  (do mesmo presidente).

Infelizmente, agora começa a aparecer na mídia uma frase nada divertida: "aborto não é crime".  Caro leitor, o texto logo acima teve o objetivo  de motivá-lo à leitura deste artigo, mas o teor bem humorado que você viu, deixará de existir se prevalecer a inclusão – entre as frases acima – da já citada "aborto não é crime". E este risco existe, por dois motivos principais:

I)                 O governo está claramente a favor do aborto;

II)              O governo, pela coalizão política conseguida, detêm  maioria na câmara e no senado.

Entre a população brasileira as opiniões se dividem. Mas prevalece a maioria contra o aborto, isto é, a favor da vida. O objetivo deste artigo é alertar a todos nós que comungamos os objetivos da salutar campanha "Movimento em Defesa da vida – Brasil sem Aborto", que, no que depender do governo atual, a legalização do aborto será um fato.

Temos que considerar que vivemos numa democracia, onde teoricamente é possível reverter esta visão governista e fazer prevalecer a vontade da maioria dos brasileiros, que é contra o aborto.  Mas como reverter esta triste perspectiva, se a maioria dos deputados e senadores segue as decisões do governo?

Sugiro duas formas:

a)    Divulgar pela mídia (para quem tem acesso) a prevalência da maioria da população contra o aborto;

 b)    Sensibilizar os políticos (por meio de campanhas e movimentos públicos) ao fato de que se votarem a favor do aborto estarão agindo em desacordo com a maioria dos seus eleitores.

Para que nosso Movimento em Defesa da Vida motive-se a crescer ainda mais, vejamos abaixo três momentos do presidente do nosso país, onde, em circunstâncias diferentes, ele se posiciona de forma neutra, contra e a favor do aborto. Isto é, ele consegue o impossível: ter três opiniões distintas sobre um mesmo tema! O que não é fato incomum, pois o seu discurso é sempre dirigido a contentar o público que está à sua frente, naquele momento!  Encerro este artigo com transcrição parcial de e-mail recebido de Alberto R. S. Monteiro, onde entre outros assuntos a questão do posicionamento dúbio do nosso presidente é comprovado:

A) GOVERNO NEUTRO EM RELAÇÃO AO ABORTO

No dia 13 de abril de 2007, o presidente Lula enviou por meio de terceiros este recado à nação: "A posição do governo sobre a polêmica do aborto, questão que vem sendo debatida na Câmara Federal, será de neutralidade. Esta foi a mensagem passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos parlamentares que estiveram no Palácio do Planalto no início da tarde de hoje, dia 13 de abril. "A posição é de neutralidade. Que o Congresso Nacional decida sobre o assunto", afirmou o líder do governo no Senado, Romero Jucá".
http://www.msnoticias.com.br/?p=ler&id=227932

B) GOVERNO CONTRA O ABORTO

Em 8 de agosto de 2005 o presidente Lula enviou uma carta à CNBB, onde dizia:

"Reafirmo nosso compromisso com a afirmação da dignidade humana em todos os momentos e circunstâncias e com a rigorosa proteção do direito dos indefesos. Nesse sentido quero, pela minha identificação com os valores éticos do Evangelho, e pela fé que recebi de minha mãe, reafirmar minha posição em defesa da vida em todos os seus aspectos e em todo o seu alcance. Nosso governo não tomará nenhuma iniciativa que contradiga os princípios cristãos, como expressamente mencionei no Palácio do Planalto. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República Federativa do Brasil".
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1008200506.htm

C) GOVERNO A FAVOR DO ABORTO.
Alguns dias depois de Lula haver entregue esta carta (logo acima) à presidência da CNBB, a Ministra Nilcéia Freire, da Secretaria da Política para as Mulheres, órgão vinculado diretamente à presidência da República, entregava à Câmara dos Deputados em nome do governo o projeto da Comissão Tripartite, organizada por ninguém mais senão o próprio governo Lula, que pretende descriminalizar o aborto durante os nove meses da gestação. A palavra dada pelo presidente não valeu nada.

Depois disso o Partido dos Trabalhadores, com o conhecimento do presidente Lula, elaborou as "Diretrizes para a Elaboração do Programa de Governo", oficialmente aprovadas pelo Partido dos Trabalhadores, no 13º Encontro Nacional do PT ocorrido em São Paulo entre os dias 28 e 30 de abril de 2006, que contém o compromisso oficial do atual governo de legalizar o aborto no Brasil.
http://www.pt.org.br/site/noticias/noticias_int.asp?cod=43228

 
 

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