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Sede da Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar e Instituto Nacional da Família e da Pastoral FamiliarDois encontros serão realizados pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) entre os dias 29 de novembro e 3 de dezembro. A primeira reunião será com os assessores eclesiásticos da Pastoral Familiar, que acompanham as atividades nos regionais e dioceses. Na sequência, serão os responsáveis pela formação de agentes da pastoral que terão seu primeiro encontro em âmbito nacional. Os objetivos são, respectivamente, a reflexão a respeito da função do assessor da Pastoral Familiar e o conhecimento da realidade dos Núcleos de Formação e Espiritualidade.

O bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa de Sousa, conta que já é feito um trabalho com os assessores eclesiásticos, mas esta é a primeira vez que será dedicado um tempo mais longo dedicado ao aprendizado, a reflexão e a partilha.

São assessores eclesiásticos da Pastoral Familiar nas dioceses e regionais padres, diáconos, religiosos e seminaristas designados ao acompanhamento pelo bispo referencial e pela coordenação local da pastoral.

“A importância do assessor se verifica no sentido de que é ele que faz a ligação entre a pastoral e a Comissão, de modo a garantir a unidade da caminhada, a comunhão entre os diversos regionais”, conta dom João Bosco.

A função do assessor eclesiástico é a principal temática que será trabalhada durante o encontro, que acontecerá Centro de Convenções Israel Pinheiro, em Brasília-DF. Na oportunidade será abordada ainda a preparação do ponto de vista espiritual e pastoral para o acompanhamento assumido; a facilidade para oferecer os materiais que a Pastoral Familiar elabora e oferece aos grupos; e o estudo do subsídio “Acolhida da Exortação Apostólica Amoris Laetitia pela Igreja no Brasil”, aprovado pelo Conselho Permanente da CNBB. Dom João Bosco conta que os participantes também terão a oportunidade de conhecer “mais de perto” o novo casal coordenador nacional, Luiz e Khátia Stolf.

INAPAF

Cerca de 80 agentes participarão do I Encontro do Instituto Nacional da Família e da Pastoral Familiar (Inapaf), que acontece de 1º a 3 de dezembro, na sede do Instituto e da Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar (Secren), em Brasília (DF). Com o objetivo de conhecer a realidade nacional dos Núcleos de Formação e Espiritualidade da Pastoral Familiar, o encontro reunirá os coordenadores ou responsáveis pela formação de agentes nos 18 regionais da CNBB.

“A gente percebe que há uma necessidade de ajustar o Inapaf às novas exigências da Amoris Laetitia e também à linha que o próprio papa Francisco tem dado à formação do laicato através do Instituto João Paulo II”, afirma dom João Bosco, recordando as mudanças feitas pelo papa com a criação do Pontifício Instituto para as Ciências do Matrimônio e da Família.

Alguns assuntos estão na pauta deste que é o 1º Encontro Nacional do Inapaf: um panorama geral do Instituto, as atividades da Secretaria Executiva Nacional (Secren), a realidade dos Núcleos de formação e espiritualidade (NFE) dos regionais; um panorama atual e os principais objetivos do Inapaf para o biênio 2018 – 2019; e uma apresentação atualizada dos Módulos da Fase 1 do Inapaf.

O casal responsável pela assessoria pedagógica nacional da Pastoral Familiar, Cláudio Rodrigues e Maria do Rosário Silva, explicam que a formação continua sendo a “grande urgência e prioridade” da pastoral, “com o objetivo de evangelizar relacionamentos, promover a qualificação pessoal e missionária dos agentes e também a vivência dos valores humanos e cristãos”.

O encontro, afirma Maria do Rosário, tem a proposta de ampliar o número de multiplicadores devidamente qualificados e certificados pelo Inapaf “para o bom cumprimento de nosso mandato missionário: ‘Ide e evangelizai!’”. Além dos oito módulos da primeira fase do itinerário formativo que o Instituto oferece, os participantes terão oportunidade de partilhar experiências e construir um planejamento para os próximos dois anos.

Fonte: CNBB

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