Encontros de assessores e casais regionais antecede XV Congresso da Pastoral Familiar

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Ocasiões foram aproveitadas para traçar metas de trabalho, como a formação

Antes da abertura do XV Congresso, padres, bispos e demais assessores eclesiásticos da Pastoral Familiar nas dioceses de todo o Brasil estiveram reunidos com o secretário executivo da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), padre Jorge Alves Filho. Os casais coordenadores regionais também tiveram um momento de reflexão e troca de experiências.

Casais-regionais

No encontro dos assessores, que reuniu bispos referenciais, padres, diáconos e um seminarista, houve um momento de apresentação visando integrar aqueles que acompanham a Pastoral Familiar por todo o país. Na sequência, padre Jorge apresentou algumas propostas de trabalho, como a ideia do encontro com tais responsáveis que deve acontecer em breve.

Após troca de experiências e apresentação de alguns desafios, como a formação, padre Jorge Filho propôs que os assessores regionais da Pastoral Familiar promovam encontros com os responsáveis diocesanos, já no primeiro semestre de 2018. Na segunda metade do próximo ano, seria promovido, durante o encontro de formação, um encontro com todos os responsáveis regionais.

pe-Jorge

Presente no encontro com os assessores eclesiásticos, o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa de Sousa, motivou os presentes a continuarem determinados a caminharem com o papa Francisco no sentido de acolher, acompan har, discernir e integrar as famílias.

Dom-Chitolina

Dando as boas-vindas aos participantes, o bispo de Diamantino (MT), dom Vital Chitolina, recordou a peregrinação do ícone da Sagrada Família pelas dioceses mato-grossenses e contou a experiência de evangelização com as famílias que, em algumas situações irregulares não podiam batizar seus filhos. Algumas ações que tomou na oportunidade, foram abordadas pelo papa Francisco em documentos anos mais tarde. Ele ainda exortou os presentes a olharem a Igreja da Amazônia, uma vez que a Igreja na Amazônia começa na região do Mato Grosso, que, de acordo com dom Chitollina, “recebeu os migrantes, mas não os trabalhadores da messe, o que justifica o crescimento de diversas seitas religiosas”.

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